
Blog da Escola Municipal Especial de Ensino Fundamental Elyseu Paglioli Porto Alegre/RS
9 de março de 2008
Dá pra viver com um metro e dez de altura. Mas não dá pra viver sem trabalho.
Grupo Record/RS conta com a adesão do empresariado para dar oportunidade no mercado de trabalho

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 8 DE MARÇO DE 2008
Campanha é voltada para as PPDs
Voltada à inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho, a campanha 'Dá para viver com deficiência. Mas não dá para viver sem trabalho' foi lançada ontem pelo Grupo Record/RS para mobilizar a sociedade gaúcha. A adesão do empresariado está entre os principais objetivos da iniciativa, que busca a sensibilização em torno da necessidade de abertura de vagas e da qualificação dessa parcela da população. A apresentação da campanha foi feita pelo presidente do Correio do Povo Grupo Record, Luiz Cláudio Costa, a empresários, políticos e representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e de entidades ligadas à defesa dos direitos da população com algum tipo de deficiência física ou mental, durante café no Quality Hotel, em Porto Alegre. Também ontem começaram a ser veiculadas as peças publicitárias da campanha, desenvolvidas pela agência GlobalComm na programação da TV Record. Toda a campanha será baseada no depoimento de pessoas portadores de deficiência. No Correio do Povo e na Rádio Guaíba, a divulgação acontece a partir de hoje. 'A inclusão precisa ser participativa e não apenas formal. Mais importante do que cumprir a lei é o nosso dever social de incentivar outras empresas a darem oportunidade para as pessoas com deficiência', ressaltou o presidente. Luiz Cláudio destacou ainda a necessidade de promover a qualificação das pessoas com deficiência para o seu efetivo ingresso no mercado de trabalho.A campanha conta com o apoio do MPT e da AMA – Consultoria e Gestão em Saúde. A procuradora-chefe do MPT, Silvana Ribeiro Martins, enfatizou que cresceu a conscientização das empresas nos últimos anos em relação ao cumprimento da lei 8.213/91 (artigo 93), que prevê a destinação de cotas a pessoas com deficiência nas empresas a partir de cem funcionários. 'Um dos principais problemas diz respeito à qualificação. Existe uma necessidade de parcerias para promover a capacitação dessa população', frisou.
Correio do Povo e PPDs
Mais uma vez, parabéns ao Correio do Povo e ao Ministério Público do Trabalho.
CP faz campanha para contratação de PPDs
Com o apoio do Ministério Público do Trabalho, jornal promove ação – aberta a outras empresas – para absorver esse potencial
A frase 'Dá para viver com deficiência, mas não dá para viver sem trabalho' é a marca da campanha de inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho que o Correio do Povo começou a promover, com o apoio do Ministério Público do Trabalho, neste mês de março. O objetivo é abraçar a questão social, uma vez que dados do IBGE apontam que dos 24,5 milhões de portadores de deficiência que existem no Brasil, 15,22 milhões têm entre 15 e 59 anos, ou seja, estão em idade de atuar no mercado de trabalho formal. 'Sabemos que a garantia de acesso ao trabalho para pessoas com deficiência é prevista em lei, mas também sabemos que a empresa inclusiva reforça o espírito de equipe de seus colaboradores, fortalecendo a sinergia em torno de objetivos em comum. Pessoas com deficiência, quando têm asseguradas condições de trabalho que respeitem suas aptidões, habilidades e limitações, conseguem desenvolver todo o seu potencial como trabalhadores', afirma Luiz Cláudio Costa presidente do Correio do Povo Grupo Record. Além da campanha externa, o Correio do Povo está desenvolvendo em suas unidades um Programa de Inclusão cujo nome é Fazendo a Diferença, no qual estão previstas várias ações para a promoção e a manutenção de vagas para pessoas com deficiência. Esse trabalho está sendo desenvolvido em conjunto com uma equipe de profissionais da AMA – consultoria e gestão em saúde –, que assessora a empresa na organização e na manutenção desse programa, bem como proporciona apoio técnico a toda a equipe envolvida com o trabalho. O Correio do Povo deseja também ampliar a campanha a outras empresas interessadas em iniciar trabalhos nesse sentido. No projeto de ações está prevista a palestra do professor Steven Dubner, na Federasul. Aos 46 anos e formado em Educação Física, Dubner é especialista em esporte para as pessoas portadoras de deficiência. 'Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez' é o tema da palestra que o professor Dubner ministra em empresas, universidades, clubes, escolas e associações. Além da palestra, o Correio do Povo vai realizar outras ações.
The First Day - parte II

The First Day

Volta às aulas

Porto Alegre retorna hoje às aulas
Videoconferência e atividades lúdicas abrem o ano letivo 2008 nas escolas municipais da Smed
A abertura do ano letivo nas 93 escolas municipais, em Porto Alegre, terá transmissão inédita pela Internet. A prefeitura, através da Procempa, exibirá a videoconferência entre as escolas municipais de Ensino Fundamental Professor Larry Ribeiro Alves e Afonso Guerreiro Lima, na Lomba do Pinheiro. Além dessas duas escolas, outras 11 oferecerão atividades lúdicas a partir das 10h, com participação do Circo Girassol, dos Grupos De Pernas Pro Ar, Recrearte, Cia. Gente Falante, Oigalê, Maracatu Truvão e Boneco Dragão, além de apresentação de bonecos gigantes, com pernas de pau, malabares e tambores. A EPTC estará distribuindo materiais informativos, com dicas para estimular o trânsito seguro. E no dia 10/3, a programação de volta às aulas acontecerá em três escolas infantis: as da Vila Valneri Antunes; da Vila Nova; e da Ilha da Pintada. A secretária municipal de Educação, Marilú Medeiros, destaca que as prioridades para 2008 são as ações voltadas para a convivência com as diferenças, aquelas que dizem respeito ao letramento e à utilização das novas tecnologias como ferramentas para o aprendizado. Segundo ela, as diretrizes seguidas e desenvolvidas na rede municipal de Ensino incluem o trabalho com múltiplas linguagens e um aprendizado no qual o processo de leitura é visto além do letramento. 'Queremos que os alunos possam, de fato, 'ler o mundo', explica a secretária Marilú. A dirigente admite que as questões que envolvem a convivência com as diferenças, em alguns casos ainda são difíceis de serem tratadas na prática. 'Em 2007, por exemplo, tivemos exemplos de dificuldades em casos relacionados a questões de gênero, apesar de já possuirmos grupos de discussão que tratam do tema. Nosso objetivo é enfrentar de frente estes problemas e mostrar como viver estas questões em nosso cotidiano', adianta ela. Segundo a secretária, nas ações ligadas ao aprendizado e uso da tecnologia será o grande diferencial, dando prosseguimento a trabalhos já iniciados em 2007. 'Mais de 70% de nossas escolas já têm acesso a Internet banda larga e, até o final de março, chegaremos aos 100%. A tecnologia vai ampliar nossas políticas de leitura', assegura. De acordo com Marilú, cada escola planeja uma acolhida especial a seus alunos; e o objetivo de realizar programação mais intensa em 12 pontos visa valorizar um retorno escolar alegre, no qual aprender seja sempre associado a algo prazeroso. 'Teremos atividades lúdicas não apenas dentro dos ambientes escolares, mas também em seus entornos, incentivando a participação das comunidades', assinala a educadora. A programação específica para os professores, mais conhecida como aula inaugural, ocorrerá no dia 28 de março. Entre as escolas com programação especial estão: Doutor Marcírio Goulart Loureiro; Governador Ildo Meneghetti; Grande Oriente; Lauro Rodrigues; Mario Quintana; Nossa Senhora de Fátima; Elyseu Paglioli; Ana Íris do Amaral; Lygia Morrone Averbuck; São Pedro; Vereador Antônio Giudice; e Larry José Ribeiro Alves.
Botando o papo em dia
Em relação ao pequeno mundo da escola, perdemos uma pessoa muito querida - seu Moisés, que está tendo graves problemas de saúde e, também por causa disso, pediu sua aposentadoria. Perde a escola, como intituição, por não contar mais com uma figura que impunha respeito à toda comunidade ali na frente da escola; perdemos nós, professores e alunos, por não contar mais com sua presença sempre serena e amiga. Desejamos muita saúde e uma boa aposentadoria ao seu Moisés.
À parte o pesar que nos causa o afastamento do seu Moisés, a escola precisa de um novo Guarda Municipal - e isto é função da Mantenedora. Além de todas as funções que nos cabem, sejam pedagógicas ou administrativas, ainda precisamos aditar funções reinvindicatórias: a Prefeitura não pretende fazer a substituição deste servidor. Lá vamos nós de novo, mandar email, pedir audiência, fazer abaixo-assinado, enfim, ir à luta por uma coisa qu deveria ter um seguimento normal administrativamente. Segurança é um ponto que não podemos desprezar e a nossa comunidade escolar está iserida em um local de alta periculosidade. Convivemos com guerras de gangues, tiroteios, assalto à mão armada, roubo de carros, etc. Por isso, pedimos com carinho, toda a atenção do Prefeito Fogaça, a este ponto (e a tantos outros). Afinal, falta pouco para começarem os Programas Eleitorais e vai ser muito fácil comparar o discurso com a prática.
Também não devemos esquecer que o Governo se comprometeu, com a Comissão de Negociação das Progressões de nossa última Greve, a pagar as Progressões do Biênio 2002-2004 na nossa Folha de Janeiro/2008. O que aconteceu? A Administração Municipal estava querendo deixar os Trabalhadores da SMED fora deste pagamento, alegando risco de anulação em função de uma ação judicial individual que questiona o resultado do processo de seleção dos contemplados com as progressões. Mais uma manobra para não pagar pelo que nos é devido como sempre?!! Ainda bem que agora temos uma Associação e um Sindicato forte, que está sempre atento a estas questões. A ATEMPA juntamente com o SIMPA negociou com o Governo e parece que conseguiu reverter esta posição. Quem tiver informações mais precisas sobre o assunto, por favor, nos esclareça.
Outra coisa que marcou (ou será que passou despercebido para muita gente?) o período de férias foi o encaminhamento do documento sobre as Políticas de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, ao ministro Fernando Hadad, no início de janeiro. O texto foi elaborado por um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC), que discutiu e sistematizou as diretrizes para nortear a educação especial.
O documento configura-se como uma ação política, cultural, social e pedagógica em defesa do direito de todos a uma educação de qualidade e da organização de um sistema educacional inclusivo.
Dados como o crescimento de 107% no número de matrículas entre 1998 e 2006 constam do texto recebido pelo ministro. Outro dado é a evolução, no mesmo período, em 640%, da inclusão de estudantes com necessidades especiais em classes comuns do ensino regular. Com 19 páginas, o documento é resultado das discussões do grupo, criado pela Portaria nº 555, de 2007. (notícia veiculada pela Assessoria de Comunicação Social do MEC).
Como estava fora de casa em Janeiro não tive oportunidade de comparar os dois documentos - a versão preliminar que já conhecíamos e que recomendava o fechamento das escolas especiais e esta versão final, onde este item foi suprimido. Em leitura superficial, foi este o ponto que mais me chamou atenção. Quem sabe poderíamos colocar este assunto em pauta, em uma de nossas formações?
Abaixo encontra-se o link para o documento na página do MEC.
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf
22 de janeiro de 2008
Educação Especial em Porto Alegre é Referência
As escolas da rede municipal estão, gradualmente, sendo adaptadas para assegurar as políticas de inclusão da administração municipal. Cerca de 70% dos estabelecimentos de Educação Infantil já alcançam a acessibilidade plena. A Secretaria Municipal de Educação (Smed) encerrou o ano de 2007 com 3.984 alunos com deficiências diferenciadas matriculados.
Ao contrário da rede regular, que conta com período de matrículas específico, na Educação Especial o acesso pode ocorrer em qualquer dia do ano, desde que existam vagas disponíveis. A coordenadora do Território de Educação Especial da Smed, Viviane Loss, explica que os estudantes portadores de deficiências são incluídos nas cinco escolas especiais e nas demais escolas regulares da rede, que totaliza 92 instituições de ensino, entre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Uma delas, o Centro Municipal dos Trabalhadores Paulo Freire, possui 12 turmas de alunos surdos (totalizando 130 estudantes), 20 alunos com deficiência visual e outros 200 alunos com necessidades educacionais especiais, incluindo deficiência mental. Esses alunos estão distribuídos nas diferentes totalidades da EJA. As escolas especiais Lygia Morrone Averbuck, Professor Luiz Francisco Lucena Borges, Tristão Sucupira Viana e Professor Elyseu Paglioli atendem 635 alunos, sendo alguns portadores de deficiência mental, associada ou não a outras deficiências, ou com condutas típicas (psicose e autismo). “Essas crianças apresentam grande prejuízo intelectual ou emocional, dificultando sua inclusão nas escolas de ensino regular”, observa.
Convênios - Jovens e adultos maiores de 21 anos têm a oportunidade de continuar sua formação nas turmas da EJA, que também acolhem alunos especiais. Além disso, a Smed mantém convênios com o Centro de Reabilitação de Porto Alegre (Cerepal), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), a Fundação Kinder e a Escola Frei Pacífico. Nas escolas especiais é oferecido o serviço de Educação Precoce e Psicopedagogia Inicial, para a faixa etária de zero a seis anos. Nos estabelecimentos enquadrados como especiais, o ensino está organizado em três ciclos – de 6 anos a 9 anos e 11 meses; de 10 anos a 14 anos e 11 meses; e de 15 anos a 21 anos.
“Crianças com necessidades educacionais especiais têm acesso assegurado na rede municipal de ensino da Capital”, enfatiza Viviane. Segundo ela, os recursos anuais para o setor representam 12% do orçamento da Smed, sendo suficientes para atender às políticas de inclusão pelo ensino. Viviane lembra que a verba também é empregada na compra de cadeiras de rodas ou de qualquer outro tipo de equipamento que os alunos necessitem, incluindo muletas e aparelhos ortopédicos. Ela ressalta que, em meados de 2005, a inclusão atingia 4,5% do universo de crianças especiais da Capital. Agora são 7,5%, que representa um avanço enorme.
Entretanto, aguardem, muitas novidades estão por vir neste ano que se inicia...
Quem quiser matar a saudade, visite o "Space do Elyseu" - o atalho encontra-se na lista de links - e veja as fotos organizadas pela professora Elaine de importantes momentos vividos.

15 de dezembro de 2007
Paim comemora avanço da luta pelos direitos das pessoas com deficiência
Ao se pronunciar na parte da sessão desta terça-feira (11) destinada a homenagear a 3ª Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência, o senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou o fato de mais e mais pessoas estarem lutando pelos direitos dessa parcela da população. - Ano após ano, mais pessoas estão lutando pelos direitos das pessoas com deficiência, o que mostra que estamos no caminho certo - afirmou Paim. O parlamentar, que preside a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa no Senado, afirmou que a principal meta do Congresso Nacional passou a ser a aprovação da Convenção Internacional para Pessoas com Deficiência. O estatuto que define os direitos dessa camada da população deve continuar sendo debatido, para ser aprovado no momento apropriado. - Só isso [o debate] já é um gol de placa - disse. Em seu pronunciamento, Paim cumprimentou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que, na Presidência do Senado, foi o responsável pela realização das três semanas de valorização da pessoa com deficiência. Também homenageou o senador Flávio Arns (PT-PR), que está hospitalizado, que disse ser seu "guru e orientador" nessa matéria. Paim também pediu aplausos ao senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que presidiu a Subcomissão da Pessoa com Deficiência, e a funcionária Mônica de Araújo Freitas. Além desses, citou o pianista João Carlos Martins e o ator Marcos Frota, presentes em Plenário, e o cantor Ney Matogrosso. O senador encerrou seu discurso com um poema de Mário Quintana, que diz: "Deficiente é aquele que não consegue entender o sentido da vida".
Fonte: Agência Senado
14 de dezembro de 2007
ELYSEU EM CENA


12 de dezembro de 2007
Apresentação da professora Doris na Câmara Municipal
O trabalho de Educação Precoce e Psicopedagogia Inicial não estão contemplados nas diretrizes do MEC.
Vamos esclarecer a importância deste trabalho para as crianças do 0 a 6 anos com transtornos em seu desenvolvimento, bem como para os que as acolhem em creches e escolas infantis
A Educação Precoce foi criada há 17 anos pelos professores das escolas especiais a fim de promover uma prevenção secundária para que estas crianças não viessem a precisar da Escola Especial e se precisassem, estariam, certamente bem melhor em seu desenvolvimento.
Este trabalho intervém em dois eixos extremamente importantes:
2) Assessoria as Creches conveniadas e Escolas Infantis da SMED – em POA
1º Modalidade de atendimento, que intervém no brincar e em todos os aspectos do desenvolvimento da criança juntamente a quem desempenha a filiação, promovendo a inclusão no laço familiar e cultural, mudando o olhar e a própria estruturação destas. Promove então que venha se desenvolver o melhor possível, respeitando a subjetividade, cronologia e mítica da cada um. Isto remete que são atendimentos com olhar clínico e efeito educacional.
EP para 0 – 3 anos
PI para 3 – 6 anos
2º Modalidade de Assessoria as Creches e Escolas Infantis na SMED, em POA:
Criada para que a inclusão se dê de fato, na educação infantil promovendo a interdisciplinaridade.
Crianças atendidas na EP/PI, promovem que os profissionais destas assessorem as creches e escolas infantis de forma que promovam:
*Interconsultas com os educadores;
*Formação teórica para educadores;
*Observações das crianças nas EMEIS, devolução e planejamento conjuntamente para efeito coletivo no planejamento da escola infantil;
*Abertura para professores e educadores observarem um atendimento EP/PI a fim de se notar a diferença e as questões específicas da criança incluída.
A Modalidade de assessoria EP/PI às crianças da escola infantil que estejam com alguma questão na relação com educador ou encaminhamentos afins.
O importante é contemplar os atendimentos EP/PI que são diferentes, são individualizados ou em duplas, o qual promovem que a criança se sustente no espaço infantil escolar e vice-verso, promovendo a estes a interdisciplinaridade e prevenindo, secundariamente, os transtornos e fazendo de fato a inclusão escolar
Esperamos que o MEC reconheça este trabalho e o inclua como ponta emergente para a prevenção do inchaço escolar na Escola Especial e na minimização das diferenças desta clientela de 0 a 6 anos com transtorno de desenvolvimento
11 de dezembro de 2007
RS debate e faz propostas para a Educação Básica
PORTO ALEGRE, SEGUNDA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2007
Conferência Estadual busca ajustes e qualificação
Maria José Vasconcelos
Gestão e financiamento da Educação, metodologia de Ensino, formação continuada de professores e de funcionários de escola, currículo escolar, avaliação e inclusão foram temas abordados na Conferência Estadual da Educação Básica do RS, realizada no final da última semana, na Ulbra/Canoas. O debate, que reuniu cerca de 400 gestores, integrantes de entidades e trabalhadores em Educação (com 13 segmentos representados, entre os quais Cpers, Sinpro, ACPM, CEEd e Uges), resultou na elaboração de propostas. Esse material, organizado num documento, será enviado à comissão organizadora da Conferência Nacional da Educação Básica (Coneb, que ocorre em abril/2008).A presidente da entidade de dirigentes municipais de Ensino (Undime/RS) e integrante da coordenação da Conferência Estadual da Educação Básica, Magela Formiga, explica que, a partir de 3 de janeiro de 2008, a comissão de sistematização, da qual integra, organizará o documento final, com as propostas do RS visando à melhoria dos ensinos, do Infantil ao Médio. Segundo ela, até o final de janeiro, a comissão organizadora da Coneb receberá os resultados das 27 conferências dos estados, visando levar a debate os encaminhamentos que apontarão as mudanças, que foram avaliadas como necessárias à Educação Básica brasileira. Para participar da Coneb, em Brasília, Magela revela que foram escolhidos 31 delegados gaúchos.
INCLUSÃO - UFRGS
Contato: (51) 3308-3270
ou
www.ufrgs.br/faced/pos.
Escolas especiais temem fechar
PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 11 DE DEZEMBRO DE 2007
Um encontro direto com o ministro da Educação, Fernando Haddad, será buscado para debater o problema das escolas especiais no país. A decisão resultou da audiência pública, realizada neste mês, pelas comissões de Educação (Cece) e de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança (Cedecondh) da Câmara de Vereadores. Com participação de entidades ligadas às escolas, representantes das secretarias estadual (SEC) e municipal da Educação (Smed) e da Ufrgs, esteve em pauta a continuidade das escolas especiais como espaço de inclusão.Uma das principais preocupações da comunidade escolar se refere a forma como o Ministério da Educação (MEC) pretende promover a inclusão de crianças e adolescentes com necessidades especiais. Em outubro, o MEC voltou a apontar para mudanças na atual sistemática. A Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC) formatou o documento 'Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva' e estabeleceu prazo para o envio de sugestões. Mesmo que o material não tenha força de lei, educadores e pais que defendem a manutenção das escolas especiais acreditam que funcionará como diretriz, numa tentativa do MEC de começar um processo de inclusão de todos os alunos na rede regular.A possibilidade teria ficado evidente na parte do documento que estabelece que as escolas especiais existentes se transformem em centros especiais de atendimento; e que não sejam criadas novas instituições. No início de 2006, o MEC já havia tentado alterar a forma de oferta do Ensino Especial, enviando proposta ao Conselho Nacional de Educação (CNE), onde foi rejeitada.
9 de dezembro de 2007
Modelo com doença similar ao autismo se destaca no'America's next top model
Heather Kuzmich tem a desordem neurológica conhecida como síndrome de Asperger. Ela é socialmente desajeitada, tem problemas para olhar olho no olho quando fala com alguém e às vezes é alvo das piadas das pessoas que moram com ela. Mas o que faz com que Kuzmich, de 21 anos, seja diferente dos outros portadores de Asperger é o fato de que seu esforço para conviver com a doença esteja sendo exibido em cadeia nacional nos EUA nas últimas 11 semanas. Ela é uma das 13 jovens selecionadas pela supermodelo Tyra Banks para competir no popular reality show “America´s Next Top Model”.
A adição de Heather Kuzmich a um programa que normalmente seria superficial deu a milhões de telespectadores uma visão incomum e fascinante do mundo pouco compreendido do Asperger. O problema, considerado uma forma de autismo, caracteriza-se por interação social e habilidades de comunicação fora do comum.
Os "aspies", como as pessoas com a doença se auto-intitulam, com freqüência têm inteligência normal ou acima da média, mas têm problemas em fazer amigos e não têm a habilidade intuitiva para avaliar situações sociais. Elas também não conseguem fazer contato olhando nos olhos de outra pessoa e com freqüência apresentam uma fixação em alguma idéia, algo que pode acabar se tornando bizarro ou brilhante. Por definição, as pessoas com Asperger estão fora do comum. Continua...
Leia toda a reportagem em:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL209708-7084,00.html
7 de dezembro de 2007
Smed abre Conversações Internacionais na segunda-feira
Na sala-de-estar, anfitriões, convidados e público assistirão à performance de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Loureiro da Silva e do grupo de sapateado Étoile. Juntos, alunos e dançarinos do Étoile apresentarão o espetáculo ‘‘Composições, pensamento e vida". Na seqüência, alunos das Emefs Dolores Alcaraz Caldas, Nossa Senhora de Fátima e da Escola de Educação Infantil dos Municipários Tio Barnabé farão apresentações de ballet, rap e percussão.
"É na prática que estamos buscando operar transformações, que se mostrarão, no evento, como um acontecimento de fronteiras do pensamento”, afirma a secretária municipal de Educação, Marilú Medeiros. “Filósofos e pensadores que vêm nos auxiliando a dar passagem a conceitos filosóficos na prática cotidiana, estarão presentes para conversar com professores e alunos”, ressalta.
O evento promovido pela Smed prosseguirá até quinta-feira, 13, oportunizando amplo diálogo entre as 92 escolas da rede municipal de Ensino e a cidade. As atividades das conversações ocorrerão, das 8h30 às 22h, reunidas em momentos intitulados Conversações, Experimentações e Exposições.
Programação
Nas conversações temáticas, na terça-feira, 11, pela manhã, nove conferencistas farão palestras simultâneas sobre diferentes temáticas, como inclusão, constituição da infância, políticas públicas, modos de governo, educação de surdos, arte, escrita e vida e música. À tarde, a partir das 14h, Gabriel, O Pensador falará sobre sua produção literária, fazendo uma interlocução com a música, no pavilhão 1 da cidade de lona. Na mesma tarde e à noite, nas Experimentações, professores da rede municipal de Ensino farão relatos de projetos e vivências e ministrarão oficinas.
O público também conhecerá, nas Exposições, durante todo o evento, o trabalho em artes visuais desenvolvido nas escolas públicas municipais de Porto Alegre. Nos dias 12 e 13, nos três turnos, o espaço Expressões será palco para que alunos de diferentes escolas mostrem suas vivências e produções nas diferentes áreas e linguagens, como teatro, dança, música, contação de histórias, rádio, jornal, artesanato, culinária, línguas estrangeiras e educação ambiental.
Programação completa do evento, currículo dos conferencistas e outras informações sobre as "Conversações Internacionais: Composições do Pensamento Educacional" estão no site http://www.conversacoesinternacionais.com.br.
Educação Visual Precoce
Marize é professora especializada em Educação Visual Precoce, e trabalha, juntamente com Elza, na sede da UCERGS (União de Cegos do Rio Grande do Sul) – Rua Frei Henrique Golland Trindade, 425, bairro Boa Vista.
E Educação Visual Precoce é o serviço oferecido a crianças de zero a seis anos de idade com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), tendo outras deficiências associadas ou não.
Este trabalho visa à inclusão das crianças em seu meio social através do brincar e de experiências de vida diária, buscando a ampliação das possibilidades de aprender e potencializando os sentidos remanescentes.
Os profissionais deste serviço orientam as famílias sobre a deficiência visual, apoiando-as na construção de melhores condições de aprendizagem para essas crianças.
Contato para informações:
* Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre
Território de Educação Especial
Rua dos Andradas, 680/sala 901
Fone: 3289 1827 – 3289 1828
* União dos cegos do Rio Grande do Sul – UCERGS
Rua Frei Henrique Golland Trindade, 425 – Boa Vista
Fone: 3328 1644
Educação Básica em discussão
CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 7 DE DEZEMBRO DE 2007
Termina hoje, com a definição de propostas gaúchas, a Conferência Estadual da Educação Básica, que foi aberta quarta-feira (5), no prédio 14 da Ulbra/Canoas, numa iniciativa do Ministério da Educação (MEC). A proposta visa debater a Educação brasileira com todos os setores ligados à Educação Básica. Mesmo com a importância da discussão, a secretária de Estado, Mariza Abreu, não compareceu à conferência. 'Como se explica a ausência e a falta de compromisso da Secretaria de Estado responsável pela área?', questionou e criticou a deputada Marisa Formolo, presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa.O evento discute temas como o sistema nacional de Educação e o regime de colaboração entre governos. Estão sendo debatidos, ainda, o histórico da Educação no Estado e os sistemas de avaliação aplicados aos alunos gaúchos. A conferência estadual indicará delegados para a conferência nacional, que ocorrerá em abril de 2008, em Brasília.A vereadora Sofia Cavedon, da Comissão de Educação da Câmara da Capital, foi ontem debatedora, abordando gestão democrática de escolas e sistemas de Ensino, no Colóquio do Eixo II. Ela também coordenou a Mesa do Colóquio do Eixo IV – sobre o Ensino de pessoas com deficiência e altas habilidades. No encontro, encaminhou a representantes do MEC e à conferência, o documento das Escolas Especiais de Porto Alegre, que reivindica o cancelamento da proposta do governo federal que muda a caracterização de Escola para Centros de Atendimento, e integra a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva do MEC. A conferência termina hoje, com a plenária geral.
