Blog da Escola Municipal Especial de Ensino Fundamental Elyseu Paglioli Porto Alegre/RS
30 de março de 2008
Reportagem Correio do Povo 29/03
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 29 DE MARÇO DE 2008
O fazer da inclusão
A Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre (RME) aposta em uma Educação que produza singularidades em uma rede de diferenças. Acredita que não existe somente um modo de inclusão, por isso, desenvolve inúmeras estratégias e atua em variados espaços para que os processos de inclusão se efetivem. Ações em Educação Infantil, Fundamental, Especial e EJA, além de programas específicos e formação docente, são construídas e dinamizadas pela RME.Em Educação Infantil, o serviço de Educação Precoce e Psicopedagogia Inicial presta atendimento às crianças e assessoria às instituições, em caráter preventivo e visando qualificar processos inclusivos. No Ensino Fundamental, as Salas de Integração e Recursos (SIR) servem à investigação pedagógica, atendimento às necessidades específicas, acompanhamento às estagiárias de inclusão e interface com especialistas da área da Saúde. São 18 salas (3 delas para alunos cegos ou com baixa visão).Em EJA – Educação de Jovens e Adultos –, há cursos, fomento à pesquisa, publicações próprias, discussão e flexibilização do currículo a partir do perfil desses alunos. Já a manutenção das Escolas Especiais justifica-se, por também constituírem espaços educacionais inclusivos, podendo ser transitórios ou não na vida dos alunos. Essas escolas estruturam-se por Ciclos de Formação, com currículo que contempla as diferentes áreas de conhecimento, promovendo, assim, autonomia e inserção social, cultural e no mundo do trabalho. É importante pontuar que essas escolas atendem alunos com prejuízo cognitivo significativo, alunos estes que, anos atrás, repetiriam um modelo histórico de confinamento e exclusão, sem a oportunidade de usufruir do espaço escolar especializado e qualificado.No Programa de Trabalho Educativo, alunos são encaminhados a estágios remunerados e, com parcerias, são abertas vagas em cursos profissionalizantes. No Projeto de Estágio, são 110 vagas para atividade remunerada a alunos de Pedagogia, que apóiam professores em turmas. Voltados a surdos, existem espaços para o ensino de Libras como primeira língua; e foi inaugurada a Emef Bilíngüe de Surdos Salomão Watnick. Já a Formação de Professores ocorre em estudos e cursos que propiciam discussão e aprofundamento acerca da Educação inclusiva.Do total de alunos da RME, atualmente 7,5% têm necessidades especiais. A Smed, dessa forma, busca viabilizar recursos de acessibilidade que atendam às necessidades específicas e, com esse trabalho, construir espaços de efetiva aprendizagem a todos.
Viviane Loss / diretora do Território de Educação Especial na Smed
28 de março de 2008
Prisão Domiciliária - Documentário sobre pessoas que não podem sair de casa.
24 de março de 2008
Ainda tem coelho na toca
No site
http://www.slide.com/
pode-se criar um show de slides com tudo que se tem direito, fotos, vídeos, músicas, papel de fundo, e um monte de otras cositas...
Depois, é só copiar o código html onde se quiser.. por exemplo, aqui... e está pronto o show.
Divirtam-se com mais esta nova ferramenta.
22 de março de 2008
FELIZ PÁSCOA
DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA

Dia da Água: sem motivos para festas
Autor: Rodrigo Prada
Não há motivos para festas neste 22 de março, Dia Internacional da Água. Apesar de toda a demagogia em torno do assunto, o mundo continua sem políticas globais para a racionalização do uso da água e as iniciativas existentes nesse sentido são pontuais e, em geral, temporárias. “Até quando vamos deixar as campanhas de uso racional da água nas mãos das concessionárias? O negócio delas é vender água” destaca Paulo Costa , consultor e especialista no tema.
Infelizmente, as medidas visando à racionalização do consumo da água em nosso país são efêmeras e, portanto, eficazes apenas enquanto duram, em geral períodos relacionados a grandes secas, que exigem ação emergencial por parte das autoridades.
Assim, a sociedade não desenvolve políticas permanentes de racionalização. É preciso lembrar que, das águas da Terra, apenas 2,5% são doces e, destas, mais de dois terços estão inacessíveis para consumo humano. O Brasil detém cerca de 12% da água doce disponível no mundo, mas mais da metade (54%) desse total localiza-se na Amazônia e na bacia do rio Tocantins, onde está a menor população por quilômetro quadrado do país.
Essa situação faz com que metrópoles dos estados do Sul/Sudeste e Nordeste brasileiros sejam obrigadas a buscar água em mananciais cada vez mais distantes, devido à poluição das águas por dejetos humanos e industriais e ao assoreamento de rios, lagos e represas, a um custo que aumenta exponencialmente e com danos ao meio ambiente. Cada nova represa e reservatório de água provoca desmatamento e, assim, contribui para diminuir o ciclo das chuvas e a quantidade de água doce disponível nessas regiões.
Faltará água
As principais regiões metropolitanas do país já sofrem problemas de falta de água.O Rio de Janeiro passa pela maior seca dos últimos 20 anos. Em São Paulo, o diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato Yashimoto, afirmou em novembro do ano passado, em evento na capítal, que a Região Metropolitana de São Paulo corre o risco de reiniciar o rodízio de fornecimento de água se não for ampliada a capacidade de produção. “Temos que tratar a água com seriedade; não é mais possível seguir construindo reservatórios e desmatando matas nativas; é preciso se antecipar ao problema e um programa de uso racional da água é mais duradouro do que campanhas publicitárias ou programas eventuais” diz Costa.
Lição de casa
Para o consultor, as prefeituras e os governos estaduais e federal deveriam dar o exemplo. “Se os prédios públicos, as escolas, hospitais adotassem medidas racionalizadoras, seria - além de um belo exemplo para a sociedade- uma economia gigantesca no gasto da água”, diz Costa.
Além disso, explica o consultor, com o dinheiro economizado, essas autarquias poderiam investir em campanhas de conscientização através de ações educativas junto à comunidade, em escolas, associações de bairro, órgãos públicos, entre outros, esclarecendo sobre as maneiras de evitar o desperdício, as formas de economizar e as fontes alternativas para a captação de água, bem como a diferenciação dos usos da mesma, ou seja: para algumas atividades não há necessidade de utilização de água tratada.
As ações deveriam começar nas escolas, fazendo parte talvez da disciplina de geografia, e se estender a todas as organizações da comunidade, como associações de moradores, condomínios e os meios de comunicação locais, entre outros, preconiza o consultor.
Medidores individuais
Outra forma é a criação de uma lei que obrigue as novos edifícios a instalarem medidores individualizados. Na maior parte dos condomínios brasileiros a cobrança da conta de água é feita em conjunto, e não condômino por condômino.
Isso significa que o custo é rateado por todos os moradores, e aqueles que gastam menos acabam pagando o mesmo que aqueles que gastam mais. “Sabemos que o brasileiro gasta , em média, cinco vezes mais água do que o volume indicado como suficiente pela Organização Mundial da Saúde, que recomenda o consumo diário de 40 litros diários por pessoa, enquanto que no Brasil são consumidos 200 litros dia/pessoa, somente com a medição individualizada é que as pessoas mudarão seus hábitos.
Dez dicas para economizar água
Autor: Chris Bueno
1. Banho rápido
Se você demora no banho, você gasta de 95 a 180 litros de água limpa. Banhos rápidos (de no máximo 15 minutos) economizam água e energia.
2. Escovando os dentes
Se a torneira ficar aberta enquanto você escova os dentes, você gasta você gasta até 25 litros de água. Então, o melhor é primeiro escovar e depois abrir a torneira.
3. Torneira fechada
Torneira aberta é igual a desperdício. Com a torneira aberta, você gasta de 12 a 20 litros de água por minuto. Se deixar pingando, são desperdiçados 46 litros por dia.
4. Descarga
Uma descarga chega a utilizar 20 litros de água em um único aperto! Então, aperte a descarga apenas o tempo necessário.
5. Lavando louça
Ao lavar louças, não deixe a torneira aberta o tempo todo (assim você desperdiça até 105 litros). Primeiro passe a esponja e ensaboe e depois enxágüe tudo de uma só vez.
6. Lavando o carro
Lavar o carro com uma mangueira gasta até 560 litros de água em 30 minutos. Quando precisar lavar o carro, use um balde!
7. Mangueira, vassoura e balde
Ao lavar a calçada não utilize a mangueira como se fosse vassoura. Utilize uma vassoura de verdade e depois jogue um balde d’água (assim você economiza até 250 litros de água).
8. Jardim
Regando plantas você gasta cerca de 186 litros de água limpa em 30 minutos. Para economizar, guarde a água da chuva e regue sempre de manhã cedo, evitando que a água evapore com o calor do dia.
9. Aquário
Quando for limpar o aquário, aproveite a água para regar as plantas. Esta água está enriquecida com nitrogênio e fósforo, o que faz muito bem para as plantas.
10. Pressão política
Não adianta só economizar: é preciso brigar por políticas que cuidem dos rios e lagos e garantam água potável para todos.
ÁGUA NA EDUCAÇÃO
Rafael Nink é um cara muito legal que alimenta um blog de educação mais legal ainda.
Lá podemos encontrar uma "Roda d'água", um projeto para trabalhar este conteúdo tão importante para a nossa vida e a vida do nosso Planeta.
Acesse em:
http://rafaelnink.com/blog/2008/03/01/22-de-marco-dia-internacional-da-agua/
SEGURANÇA URGENTE

FESTA DE PÁSCOA

Veja muitas fotos da festa no Space do Elyseu
21 de março de 2008
Aula na toca
Na semana que antecedeu a Páscoa, os alunos da PI2 (Psicopedagogia Inicial), tiveram uma sala de aula diferente: a toca do coelho.
Os professores Márcia Wander e Marco Aurélio, construíram com os alunos a toca do coelho no corredor da escola.
A toca foi decorada com uma grande cesta, palha, ovos, cenouras, coelhinhos de pelúcia.
O morador era um grande coelho de pano, também feito pelos alunos.
Os alunos da PI2 foram tirar fotos com este personagem encantador e muito fotogênico, e lá ficaram brincando.
A professora e algumas mães, também ficaram na toca brincando e cantando.
Dois aluninhos demonstraram medo e não quiseram entrar na toca, postura já esperada neste período de adaptação.
Foi uma semana muito alegre e movimentada !
18 de março de 2008
SONHE ALTO O BASTANTE, ANDRIUS "MOZART".
Por quê 21 de março ?
Foi uma escolha muito feliz, porque faz a ligação entre o dia 21 e março (mês 3), em alusão aos três cromossomos no par de número 21, que as pessoas com síndrome de Down possuem (21/3)
O tema de 2008 é “Sonhe alto o bastante”, frase de John, Langdon Down, médico britânico que pela primeira vez escreveu sobre a síndrome em 1866.
A frase é um recado para todas as pessoas com síndrome de Down e, por que não dizer, para todas as pessoas - não existem limites para o sonho de ninguém.
O que é a Síndrome de Down?
Coordenadora do Down21 Brasil – site em português sobre síndrome de Down http://www.down21.org/latinoamerica/brasil/marco.htm
Coordenadora do Instituto Meta Social, da campanha Ser Diferente é Normal em Brasília
www.metasocial.org.br
Moderadora do Grupo de Discussão sobre Síndrome de Down http://br.groups.yahoo.com/group/sindromededown/
DFDown
http://dfdown.blogspot.com/sindromededown@gmail.com
Fone: 61-9964-7745
17 de março de 2008
VOE ALTO O BASTANTE- clip
Vídeo comemorativo do II Dia Internacional da Síndrome de Down
Divulguem ! Não é necessária autorização para publicar.
Clique abaixo para baixarhttp://eu.sou.o.rodrigo.vilabol.uol.com.br/arquivos/versoes.html
Lucio Carvalho, de Porto Alegre, criou um filme para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down 2008 – Sonhe Alto o Bastante - dia 21/3, em três idiomas – português, espanhol e inglês, vários formatos.
O texto do filme é inspirado em uma frase do Dr John Langdom Down, o primeiro a descobrir a síndrome, e escolhida como tema do Dia Internacional da Síndrome de Down desse ano pela Down Syndrome International: “Sonhe alto o bastante”.
O filme dura cerca de 1´ (dependendo de at é onde se deixa a música). As versões são todas publicáveis e livres de direitos autorais. O fundo musical é "free copyright", um trecho de música clássica de Bach tocado ao violão.
Aqui a descrição que ele faz do filme:”Lendo com calma, parece que o texto é uma conversa, nem que seja imaginária. A criança (no caso o meu filho, poderia ser qualquer outra, isso valeria igualmente) não está ali por acaso, é com ela que o texto conversa. Não sei se só eu leio o vídeo assim. Estou dizendo a ela que não importa quantos cromossomos ela tenha, que seu destino não está determinado geneticamente mas por sua capacidade de sonhar e viver, por isso estou lhe devolvendo a própria capacidade de sonhar. E o máximo que posso querer é que ela sonhe alto o bastante para fugir a qualquer limite, mesmo os que inconscientemente eu mesmo possa lhe impingir... Sonhar alto o bastante para ultrapassar os limites, não para estar detido neles. Sonhar alto o bastante é a condição da escolha, da liberdade. Essa fala não é para os pais, para os educadores, para os terapeutas, médicos, profissionais no assunto. Essa fala é para a própria pessoa, não é um exemplo, uma regra a seguir, uma fórmula de sucesso na vida, é umdesejo de alguém em relação a outro alguém. Isso eu gostaria de dizer a todas as pessoas com SD nesse dia que foi escolhido para lembrá-las. Sonhe alto o bastante. Não deixe o medo impregnar seus sonhos, não deixe que os outros determinem seu potencial humano.”
http://eu.sou.o.rodrigo.vilabol.uol.com.br/arquivos/versoes.html
Lucio Carvalho tem 36 anos e é casado com a Viviane,42 anos, há 11 anos. Eles têm dois filhos, Isabel (que tem quase 4 anos) e Rodrigo (1 ano e 3 meses). Ele é Bibliotecário do Ministério Público do Estado do RS e Viviane é professora de Filosofia. Paralelamente, realiza há alguns anos, de forma voluntária, trabalhos na área de criação visual - especialmente se voltados à promoção dos direitos humanos. Lucio esclarece que esse trabalho foi feito experimentalmente, com recursos em sua maioria caseiros “inclusive o próprio filho rsrsrs”.
luxius_oaker@yahoo.com.brluxius_oaker arroba yahoo.com.br
III DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN
O III Dia Internacional da Síndrome de Down será comemorado no próximo dia 21 de março, sexta-feira, a nível nacional, com o tema “Sonhe Alto o Bastante”.
Haverá diversos eventos por todo Brasil, lançamento de site com informações sobre a síndrome - Down21 Brasil - e campanha pela ratificação da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência como emenda constitucional.
16 de março de 2008
JORNAL NACIONAL - Campanha pela inclusão social
Nas próximas duas semanas, parentes e amigos de pessoas que têm síndrome de Down começam uma campanha em todo o Brasil pela inclusão social e o fim do preconceito.
Não faz muito tempo, cena como essa seria quase impossível: uma escola pública regular, uma aluna com síndrome de Down. Olhinhos atentos e dedinhos rápidos quando ela mostra quantos anos tem.
“A tia passa o trabalho e ela acaba primeiro que a gente”, conta o colega Victor Alex dos Santos.
A síndrome de Down acontece na concepção. Ao invés de 46 cromossomos, a nova vida começa com 47. Este um a mais provoca mudanças físicas e, em muitos casos, problemas cardíacos. Mas a medicina moderna está atenta aos tratamentos. O que ainda precisa evoluir é a maneira como enxergamos essas diferenças.
“Nada impede de fazer qualquer coisa que qualquer outra criança possa fazer respeitando o tempo dela. Ela tem um tempo diferente, como todos temos tempos diferentes”, explica o geneticista Juan Llerena.
A amiguinha de Rachel tem uma explicação.
“Os outros quando falam, eles não pensam. Ela pensa e, por isso, demora tanto pra falar”, diz a colega.
A mãe pensa no futuro.
“Que ela estude agora, que ela cresça, que ela vai trabalhar e que ela tenha uma vida autônoma, que seja uma pessoa produtiva”, espera a mãe.
“Sonhe alto o bastante”, disse o médico John Down há 142 anos quando publicou o primeiro estudo científico sobre a síndrome de Down. De lá pra cá, os sonhos com o fim da exclusão social não deixaram de crescer.
Hoje, uma outra Rachel sabe exatamente o que significa não precisar mais sonhar. Tudo que ela idealizou já aconteceu. Há cinco anos é recepcionista de uma clínica.
“Ela é muita carinhosa, quando ela chega abraça todos os funcionários”, conta uma colega de trabalho.
Rachel conta que é muito feliz e diz o porquê.
“Porque eu sou muito importante pra mim”, define.
VEJA O VÍDEO NO LINK ABAIXO:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM803480-7823-CAMPANHA+PELA+INCLUSAO+SOCIAL+DE+PORTADORES+DE+DOWN,00.html
Reunião de Acolhimento de Pais e Mães em 2008

12 de março de 2008
Cursos para pessoas com deficiência visual têm inscrições até amanhã
PMPA/CS / Notícias
12/03/2008
TECNOLOGIA
Encerram-se amanhã, 13, as inscrições aos cursos gratuitos de informática para pessoas com deficiência visual nas unidades Restinga e Usina do Gasômetro do Centro de Capacitação Digital (CCD) da Procempa. São dez vagas para a Restinga e cinco para a Usina. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3289-1244, com a instrutora do CCD Janete Schneider, na Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social (Seacis). As aulas iniciam dia 17, na Restinga, e dia 18, na Usina.
Na Unidade Restinga, são duas turmas na segunda-feira: primeira turma pela manhã, das 8h às 12h, e a outra, das 14h às 18h. Na Usina, há somente uma turma, sendo que as aulas ocorrem terças e quartas-feiras, das 13h30 às 17h30.
A instrutora Janete faz um chamamento especial às pessoas com deficiência visual da região Sul para se inscreverem no curso da Restinga. “Devido ao difícil acesso, algumas vagas não são preenchidas. Mas há duas linhas de ônibus que chegam no local: Restinga-PUCRS e Avenida do Trabalhador”, afirmou.
Deficiência visual - Em parceria com a Fundação Bradesco e as secretarias Especial de Acessibilidade e Inclusão Social (Seacis) e de Direitos Humanos e Segurança Urbana (SMDHSU), o CCD capacita para o mundo digital pessoas portadoras de deficiência visual, através do uso do software Virtual Vision, que lê a tela do computador e comando de teclado, fazendo com que o aluno saiba o que está conectando e produzindo no micro. Em 2007, foram capacitadas 21 pessoas com deficiência visual. A Unidade Restinga do CCD localiza-se na Rua Ricardo Leônidas Ribas, 75. A Usina do Gasômetro está situada na Avenida João Goulart, 551, Centro. Os cursos oferecidos são de Introdução à Informática, Sistemas Operacionais, Pacote Office e Internet. Requisitos básicos: possuir ensino fundamental completo, informar o Código Internacional da Doença (CID) e apresentar documento de identidade.
11 de março de 2008
Escola de surdos começa a funcionar

Foto: Cristine Rochol/PMPA
No dia 10 de Março começaram as aulas na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick, que atenderá 20 crianças surdas com idade entre seis a 12 anos. A sede provisória fica na Rua Mariante, 550, Bairro Rio Branco.
Inaugurada em dezembro, a escola contará inicialmente com duas turmas de 10 alunos, com aulas das 13h30 às 17h30. A partir de segunda-feira, também serão definidos os horários para um grupo de estudos de Libras oferecido aos familiares e responsáveis. O Coordenador-adjunto do Território da Educação Especial na Smed, Adilso Luis Corlassoli, ressalta que a escola tem toda a estrutura necessária para as aulas, com professores capacitados para atender aos alunos.
Professores planejam atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais
Comunicação Social
PMPA/CS / Notícias
Professores da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre que atendem nas 18 Salas de Integração e Recursos (Sirs) participarão, amanhã, 12, e na quinta-feira, no auditório da Livraria Paulus (Rua Doutor José Montaury, 155), das 14h às 17h30, de um seminário inicial para planejar as ações do ano letivo de 2008.
O coordenador adjunto do Território da Educação Especial na Secretaria Municipal de Educação, Adilso Corlassoli, considera o encontro de planejamento importante porque, a partir da avaliação dos trabalhos desenvolvidos em 2007, serão discutidas ações visando sempre ao melhor atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais nas Sirs.
A Sala de Integração e Recursos é um serviço de apoio especializado, que visa a contribuir para o processo de inclusão de alunos na Rede Municipal de Ensino. As 18 salas estão localizadas em 17 escolas da rede, abrangendo diferentes regiões da cidade. Todos os 38 professores que atuam nas Sirs têm especilização para trabalhar com alunos com necessidades educacionais especiais. O seminário é promovido pelo Território de Educação Especial da Smed.
9 de março de 2008
Dia da Mulher - "Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se ela tem rugas em volta deles". Dolores del Rio

Dá pra viver com um metro e dez de altura. Mas não dá pra viver sem trabalho.
Grupo Record/RS conta com a adesão do empresariado para dar oportunidade no mercado de trabalho

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 8 DE MARÇO DE 2008
Campanha é voltada para as PPDs
Voltada à inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho, a campanha 'Dá para viver com deficiência. Mas não dá para viver sem trabalho' foi lançada ontem pelo Grupo Record/RS para mobilizar a sociedade gaúcha. A adesão do empresariado está entre os principais objetivos da iniciativa, que busca a sensibilização em torno da necessidade de abertura de vagas e da qualificação dessa parcela da população. A apresentação da campanha foi feita pelo presidente do Correio do Povo Grupo Record, Luiz Cláudio Costa, a empresários, políticos e representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e de entidades ligadas à defesa dos direitos da população com algum tipo de deficiência física ou mental, durante café no Quality Hotel, em Porto Alegre. Também ontem começaram a ser veiculadas as peças publicitárias da campanha, desenvolvidas pela agência GlobalComm na programação da TV Record. Toda a campanha será baseada no depoimento de pessoas portadores de deficiência. No Correio do Povo e na Rádio Guaíba, a divulgação acontece a partir de hoje. 'A inclusão precisa ser participativa e não apenas formal. Mais importante do que cumprir a lei é o nosso dever social de incentivar outras empresas a darem oportunidade para as pessoas com deficiência', ressaltou o presidente. Luiz Cláudio destacou ainda a necessidade de promover a qualificação das pessoas com deficiência para o seu efetivo ingresso no mercado de trabalho.A campanha conta com o apoio do MPT e da AMA – Consultoria e Gestão em Saúde. A procuradora-chefe do MPT, Silvana Ribeiro Martins, enfatizou que cresceu a conscientização das empresas nos últimos anos em relação ao cumprimento da lei 8.213/91 (artigo 93), que prevê a destinação de cotas a pessoas com deficiência nas empresas a partir de cem funcionários. 'Um dos principais problemas diz respeito à qualificação. Existe uma necessidade de parcerias para promover a capacitação dessa população', frisou.
Correio do Povo e PPDs
Mais uma vez, parabéns ao Correio do Povo e ao Ministério Público do Trabalho.
CP faz campanha para contratação de PPDs
Com o apoio do Ministério Público do Trabalho, jornal promove ação – aberta a outras empresas – para absorver esse potencial
A frase 'Dá para viver com deficiência, mas não dá para viver sem trabalho' é a marca da campanha de inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho que o Correio do Povo começou a promover, com o apoio do Ministério Público do Trabalho, neste mês de março. O objetivo é abraçar a questão social, uma vez que dados do IBGE apontam que dos 24,5 milhões de portadores de deficiência que existem no Brasil, 15,22 milhões têm entre 15 e 59 anos, ou seja, estão em idade de atuar no mercado de trabalho formal. 'Sabemos que a garantia de acesso ao trabalho para pessoas com deficiência é prevista em lei, mas também sabemos que a empresa inclusiva reforça o espírito de equipe de seus colaboradores, fortalecendo a sinergia em torno de objetivos em comum. Pessoas com deficiência, quando têm asseguradas condições de trabalho que respeitem suas aptidões, habilidades e limitações, conseguem desenvolver todo o seu potencial como trabalhadores', afirma Luiz Cláudio Costa presidente do Correio do Povo Grupo Record. Além da campanha externa, o Correio do Povo está desenvolvendo em suas unidades um Programa de Inclusão cujo nome é Fazendo a Diferença, no qual estão previstas várias ações para a promoção e a manutenção de vagas para pessoas com deficiência. Esse trabalho está sendo desenvolvido em conjunto com uma equipe de profissionais da AMA – consultoria e gestão em saúde –, que assessora a empresa na organização e na manutenção desse programa, bem como proporciona apoio técnico a toda a equipe envolvida com o trabalho. O Correio do Povo deseja também ampliar a campanha a outras empresas interessadas em iniciar trabalhos nesse sentido. No projeto de ações está prevista a palestra do professor Steven Dubner, na Federasul. Aos 46 anos e formado em Educação Física, Dubner é especialista em esporte para as pessoas portadoras de deficiência. 'Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez' é o tema da palestra que o professor Dubner ministra em empresas, universidades, clubes, escolas e associações. Além da palestra, o Correio do Povo vai realizar outras ações.
The First Day - parte II

The First Day

Volta às aulas

Porto Alegre retorna hoje às aulas
Videoconferência e atividades lúdicas abrem o ano letivo 2008 nas escolas municipais da Smed
A abertura do ano letivo nas 93 escolas municipais, em Porto Alegre, terá transmissão inédita pela Internet. A prefeitura, através da Procempa, exibirá a videoconferência entre as escolas municipais de Ensino Fundamental Professor Larry Ribeiro Alves e Afonso Guerreiro Lima, na Lomba do Pinheiro. Além dessas duas escolas, outras 11 oferecerão atividades lúdicas a partir das 10h, com participação do Circo Girassol, dos Grupos De Pernas Pro Ar, Recrearte, Cia. Gente Falante, Oigalê, Maracatu Truvão e Boneco Dragão, além de apresentação de bonecos gigantes, com pernas de pau, malabares e tambores. A EPTC estará distribuindo materiais informativos, com dicas para estimular o trânsito seguro. E no dia 10/3, a programação de volta às aulas acontecerá em três escolas infantis: as da Vila Valneri Antunes; da Vila Nova; e da Ilha da Pintada. A secretária municipal de Educação, Marilú Medeiros, destaca que as prioridades para 2008 são as ações voltadas para a convivência com as diferenças, aquelas que dizem respeito ao letramento e à utilização das novas tecnologias como ferramentas para o aprendizado. Segundo ela, as diretrizes seguidas e desenvolvidas na rede municipal de Ensino incluem o trabalho com múltiplas linguagens e um aprendizado no qual o processo de leitura é visto além do letramento. 'Queremos que os alunos possam, de fato, 'ler o mundo', explica a secretária Marilú. A dirigente admite que as questões que envolvem a convivência com as diferenças, em alguns casos ainda são difíceis de serem tratadas na prática. 'Em 2007, por exemplo, tivemos exemplos de dificuldades em casos relacionados a questões de gênero, apesar de já possuirmos grupos de discussão que tratam do tema. Nosso objetivo é enfrentar de frente estes problemas e mostrar como viver estas questões em nosso cotidiano', adianta ela. Segundo a secretária, nas ações ligadas ao aprendizado e uso da tecnologia será o grande diferencial, dando prosseguimento a trabalhos já iniciados em 2007. 'Mais de 70% de nossas escolas já têm acesso a Internet banda larga e, até o final de março, chegaremos aos 100%. A tecnologia vai ampliar nossas políticas de leitura', assegura. De acordo com Marilú, cada escola planeja uma acolhida especial a seus alunos; e o objetivo de realizar programação mais intensa em 12 pontos visa valorizar um retorno escolar alegre, no qual aprender seja sempre associado a algo prazeroso. 'Teremos atividades lúdicas não apenas dentro dos ambientes escolares, mas também em seus entornos, incentivando a participação das comunidades', assinala a educadora. A programação específica para os professores, mais conhecida como aula inaugural, ocorrerá no dia 28 de março. Entre as escolas com programação especial estão: Doutor Marcírio Goulart Loureiro; Governador Ildo Meneghetti; Grande Oriente; Lauro Rodrigues; Mario Quintana; Nossa Senhora de Fátima; Elyseu Paglioli; Ana Íris do Amaral; Lygia Morrone Averbuck; São Pedro; Vereador Antônio Giudice; e Larry José Ribeiro Alves.
Botando o papo em dia
Em relação ao pequeno mundo da escola, perdemos uma pessoa muito querida - seu Moisés, que está tendo graves problemas de saúde e, também por causa disso, pediu sua aposentadoria. Perde a escola, como intituição, por não contar mais com uma figura que impunha respeito à toda comunidade ali na frente da escola; perdemos nós, professores e alunos, por não contar mais com sua presença sempre serena e amiga. Desejamos muita saúde e uma boa aposentadoria ao seu Moisés.
À parte o pesar que nos causa o afastamento do seu Moisés, a escola precisa de um novo Guarda Municipal - e isto é função da Mantenedora. Além de todas as funções que nos cabem, sejam pedagógicas ou administrativas, ainda precisamos aditar funções reinvindicatórias: a Prefeitura não pretende fazer a substituição deste servidor. Lá vamos nós de novo, mandar email, pedir audiência, fazer abaixo-assinado, enfim, ir à luta por uma coisa qu deveria ter um seguimento normal administrativamente. Segurança é um ponto que não podemos desprezar e a nossa comunidade escolar está iserida em um local de alta periculosidade. Convivemos com guerras de gangues, tiroteios, assalto à mão armada, roubo de carros, etc. Por isso, pedimos com carinho, toda a atenção do Prefeito Fogaça, a este ponto (e a tantos outros). Afinal, falta pouco para começarem os Programas Eleitorais e vai ser muito fácil comparar o discurso com a prática.
Também não devemos esquecer que o Governo se comprometeu, com a Comissão de Negociação das Progressões de nossa última Greve, a pagar as Progressões do Biênio 2002-2004 na nossa Folha de Janeiro/2008. O que aconteceu? A Administração Municipal estava querendo deixar os Trabalhadores da SMED fora deste pagamento, alegando risco de anulação em função de uma ação judicial individual que questiona o resultado do processo de seleção dos contemplados com as progressões. Mais uma manobra para não pagar pelo que nos é devido como sempre?!! Ainda bem que agora temos uma Associação e um Sindicato forte, que está sempre atento a estas questões. A ATEMPA juntamente com o SIMPA negociou com o Governo e parece que conseguiu reverter esta posição. Quem tiver informações mais precisas sobre o assunto, por favor, nos esclareça.
Outra coisa que marcou (ou será que passou despercebido para muita gente?) o período de férias foi o encaminhamento do documento sobre as Políticas de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, ao ministro Fernando Hadad, no início de janeiro. O texto foi elaborado por um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC), que discutiu e sistematizou as diretrizes para nortear a educação especial.
O documento configura-se como uma ação política, cultural, social e pedagógica em defesa do direito de todos a uma educação de qualidade e da organização de um sistema educacional inclusivo.
Dados como o crescimento de 107% no número de matrículas entre 1998 e 2006 constam do texto recebido pelo ministro. Outro dado é a evolução, no mesmo período, em 640%, da inclusão de estudantes com necessidades especiais em classes comuns do ensino regular. Com 19 páginas, o documento é resultado das discussões do grupo, criado pela Portaria nº 555, de 2007. (notícia veiculada pela Assessoria de Comunicação Social do MEC).
Como estava fora de casa em Janeiro não tive oportunidade de comparar os dois documentos - a versão preliminar que já conhecíamos e que recomendava o fechamento das escolas especiais e esta versão final, onde este item foi suprimido. Em leitura superficial, foi este o ponto que mais me chamou atenção. Quem sabe poderíamos colocar este assunto em pauta, em uma de nossas formações?
Abaixo encontra-se o link para o documento na página do MEC.
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf
22 de janeiro de 2008
Educação Especial em Porto Alegre é Referência
As escolas da rede municipal estão, gradualmente, sendo adaptadas para assegurar as políticas de inclusão da administração municipal. Cerca de 70% dos estabelecimentos de Educação Infantil já alcançam a acessibilidade plena. A Secretaria Municipal de Educação (Smed) encerrou o ano de 2007 com 3.984 alunos com deficiências diferenciadas matriculados.
Ao contrário da rede regular, que conta com período de matrículas específico, na Educação Especial o acesso pode ocorrer em qualquer dia do ano, desde que existam vagas disponíveis. A coordenadora do Território de Educação Especial da Smed, Viviane Loss, explica que os estudantes portadores de deficiências são incluídos nas cinco escolas especiais e nas demais escolas regulares da rede, que totaliza 92 instituições de ensino, entre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Uma delas, o Centro Municipal dos Trabalhadores Paulo Freire, possui 12 turmas de alunos surdos (totalizando 130 estudantes), 20 alunos com deficiência visual e outros 200 alunos com necessidades educacionais especiais, incluindo deficiência mental. Esses alunos estão distribuídos nas diferentes totalidades da EJA. As escolas especiais Lygia Morrone Averbuck, Professor Luiz Francisco Lucena Borges, Tristão Sucupira Viana e Professor Elyseu Paglioli atendem 635 alunos, sendo alguns portadores de deficiência mental, associada ou não a outras deficiências, ou com condutas típicas (psicose e autismo). “Essas crianças apresentam grande prejuízo intelectual ou emocional, dificultando sua inclusão nas escolas de ensino regular”, observa.
Convênios - Jovens e adultos maiores de 21 anos têm a oportunidade de continuar sua formação nas turmas da EJA, que também acolhem alunos especiais. Além disso, a Smed mantém convênios com o Centro de Reabilitação de Porto Alegre (Cerepal), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), a Fundação Kinder e a Escola Frei Pacífico. Nas escolas especiais é oferecido o serviço de Educação Precoce e Psicopedagogia Inicial, para a faixa etária de zero a seis anos. Nos estabelecimentos enquadrados como especiais, o ensino está organizado em três ciclos – de 6 anos a 9 anos e 11 meses; de 10 anos a 14 anos e 11 meses; e de 15 anos a 21 anos.
“Crianças com necessidades educacionais especiais têm acesso assegurado na rede municipal de ensino da Capital”, enfatiza Viviane. Segundo ela, os recursos anuais para o setor representam 12% do orçamento da Smed, sendo suficientes para atender às políticas de inclusão pelo ensino. Viviane lembra que a verba também é empregada na compra de cadeiras de rodas ou de qualquer outro tipo de equipamento que os alunos necessitem, incluindo muletas e aparelhos ortopédicos. Ela ressalta que, em meados de 2005, a inclusão atingia 4,5% do universo de crianças especiais da Capital. Agora são 7,5%, que representa um avanço enorme.
Entretanto, aguardem, muitas novidades estão por vir neste ano que se inicia...
Quem quiser matar a saudade, visite o "Space do Elyseu" - o atalho encontra-se na lista de links - e veja as fotos organizadas pela professora Elaine de importantes momentos vividos.

15 de dezembro de 2007
Paim comemora avanço da luta pelos direitos das pessoas com deficiência
Ao se pronunciar na parte da sessão desta terça-feira (11) destinada a homenagear a 3ª Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência, o senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou o fato de mais e mais pessoas estarem lutando pelos direitos dessa parcela da população. - Ano após ano, mais pessoas estão lutando pelos direitos das pessoas com deficiência, o que mostra que estamos no caminho certo - afirmou Paim. O parlamentar, que preside a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa no Senado, afirmou que a principal meta do Congresso Nacional passou a ser a aprovação da Convenção Internacional para Pessoas com Deficiência. O estatuto que define os direitos dessa camada da população deve continuar sendo debatido, para ser aprovado no momento apropriado. - Só isso [o debate] já é um gol de placa - disse. Em seu pronunciamento, Paim cumprimentou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que, na Presidência do Senado, foi o responsável pela realização das três semanas de valorização da pessoa com deficiência. Também homenageou o senador Flávio Arns (PT-PR), que está hospitalizado, que disse ser seu "guru e orientador" nessa matéria. Paim também pediu aplausos ao senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que presidiu a Subcomissão da Pessoa com Deficiência, e a funcionária Mônica de Araújo Freitas. Além desses, citou o pianista João Carlos Martins e o ator Marcos Frota, presentes em Plenário, e o cantor Ney Matogrosso. O senador encerrou seu discurso com um poema de Mário Quintana, que diz: "Deficiente é aquele que não consegue entender o sentido da vida".
Fonte: Agência Senado
14 de dezembro de 2007
ELYSEU EM CENA


12 de dezembro de 2007
Apresentação da professora Doris na Câmara Municipal
O trabalho de Educação Precoce e Psicopedagogia Inicial não estão contemplados nas diretrizes do MEC.
Vamos esclarecer a importância deste trabalho para as crianças do 0 a 6 anos com transtornos em seu desenvolvimento, bem como para os que as acolhem em creches e escolas infantis
A Educação Precoce foi criada há 17 anos pelos professores das escolas especiais a fim de promover uma prevenção secundária para que estas crianças não viessem a precisar da Escola Especial e se precisassem, estariam, certamente bem melhor em seu desenvolvimento.
Este trabalho intervém em dois eixos extremamente importantes:
2) Assessoria as Creches conveniadas e Escolas Infantis da SMED – em POA
1º Modalidade de atendimento, que intervém no brincar e em todos os aspectos do desenvolvimento da criança juntamente a quem desempenha a filiação, promovendo a inclusão no laço familiar e cultural, mudando o olhar e a própria estruturação destas. Promove então que venha se desenvolver o melhor possível, respeitando a subjetividade, cronologia e mítica da cada um. Isto remete que são atendimentos com olhar clínico e efeito educacional.
EP para 0 – 3 anos
PI para 3 – 6 anos
2º Modalidade de Assessoria as Creches e Escolas Infantis na SMED, em POA:
Criada para que a inclusão se dê de fato, na educação infantil promovendo a interdisciplinaridade.
Crianças atendidas na EP/PI, promovem que os profissionais destas assessorem as creches e escolas infantis de forma que promovam:
*Interconsultas com os educadores;
*Formação teórica para educadores;
*Observações das crianças nas EMEIS, devolução e planejamento conjuntamente para efeito coletivo no planejamento da escola infantil;
*Abertura para professores e educadores observarem um atendimento EP/PI a fim de se notar a diferença e as questões específicas da criança incluída.
A Modalidade de assessoria EP/PI às crianças da escola infantil que estejam com alguma questão na relação com educador ou encaminhamentos afins.
O importante é contemplar os atendimentos EP/PI que são diferentes, são individualizados ou em duplas, o qual promovem que a criança se sustente no espaço infantil escolar e vice-verso, promovendo a estes a interdisciplinaridade e prevenindo, secundariamente, os transtornos e fazendo de fato a inclusão escolar
Esperamos que o MEC reconheça este trabalho e o inclua como ponta emergente para a prevenção do inchaço escolar na Escola Especial e na minimização das diferenças desta clientela de 0 a 6 anos com transtorno de desenvolvimento
11 de dezembro de 2007
RS debate e faz propostas para a Educação Básica
PORTO ALEGRE, SEGUNDA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2007
Conferência Estadual busca ajustes e qualificação
Maria José Vasconcelos
Gestão e financiamento da Educação, metodologia de Ensino, formação continuada de professores e de funcionários de escola, currículo escolar, avaliação e inclusão foram temas abordados na Conferência Estadual da Educação Básica do RS, realizada no final da última semana, na Ulbra/Canoas. O debate, que reuniu cerca de 400 gestores, integrantes de entidades e trabalhadores em Educação (com 13 segmentos representados, entre os quais Cpers, Sinpro, ACPM, CEEd e Uges), resultou na elaboração de propostas. Esse material, organizado num documento, será enviado à comissão organizadora da Conferência Nacional da Educação Básica (Coneb, que ocorre em abril/2008).A presidente da entidade de dirigentes municipais de Ensino (Undime/RS) e integrante da coordenação da Conferência Estadual da Educação Básica, Magela Formiga, explica que, a partir de 3 de janeiro de 2008, a comissão de sistematização, da qual integra, organizará o documento final, com as propostas do RS visando à melhoria dos ensinos, do Infantil ao Médio. Segundo ela, até o final de janeiro, a comissão organizadora da Coneb receberá os resultados das 27 conferências dos estados, visando levar a debate os encaminhamentos que apontarão as mudanças, que foram avaliadas como necessárias à Educação Básica brasileira. Para participar da Coneb, em Brasília, Magela revela que foram escolhidos 31 delegados gaúchos.
INCLUSÃO - UFRGS
Contato: (51) 3308-3270
ou
www.ufrgs.br/faced/pos.
Escolas especiais temem fechar
PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 11 DE DEZEMBRO DE 2007
Um encontro direto com o ministro da Educação, Fernando Haddad, será buscado para debater o problema das escolas especiais no país. A decisão resultou da audiência pública, realizada neste mês, pelas comissões de Educação (Cece) e de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança (Cedecondh) da Câmara de Vereadores. Com participação de entidades ligadas às escolas, representantes das secretarias estadual (SEC) e municipal da Educação (Smed) e da Ufrgs, esteve em pauta a continuidade das escolas especiais como espaço de inclusão.Uma das principais preocupações da comunidade escolar se refere a forma como o Ministério da Educação (MEC) pretende promover a inclusão de crianças e adolescentes com necessidades especiais. Em outubro, o MEC voltou a apontar para mudanças na atual sistemática. A Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC) formatou o documento 'Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva' e estabeleceu prazo para o envio de sugestões. Mesmo que o material não tenha força de lei, educadores e pais que defendem a manutenção das escolas especiais acreditam que funcionará como diretriz, numa tentativa do MEC de começar um processo de inclusão de todos os alunos na rede regular.A possibilidade teria ficado evidente na parte do documento que estabelece que as escolas especiais existentes se transformem em centros especiais de atendimento; e que não sejam criadas novas instituições. No início de 2006, o MEC já havia tentado alterar a forma de oferta do Ensino Especial, enviando proposta ao Conselho Nacional de Educação (CNE), onde foi rejeitada.
9 de dezembro de 2007
Modelo com doença similar ao autismo se destaca no'America's next top model
Heather Kuzmich tem a desordem neurológica conhecida como síndrome de Asperger. Ela é socialmente desajeitada, tem problemas para olhar olho no olho quando fala com alguém e às vezes é alvo das piadas das pessoas que moram com ela. Mas o que faz com que Kuzmich, de 21 anos, seja diferente dos outros portadores de Asperger é o fato de que seu esforço para conviver com a doença esteja sendo exibido em cadeia nacional nos EUA nas últimas 11 semanas. Ela é uma das 13 jovens selecionadas pela supermodelo Tyra Banks para competir no popular reality show “America´s Next Top Model”.
A adição de Heather Kuzmich a um programa que normalmente seria superficial deu a milhões de telespectadores uma visão incomum e fascinante do mundo pouco compreendido do Asperger. O problema, considerado uma forma de autismo, caracteriza-se por interação social e habilidades de comunicação fora do comum.
Os "aspies", como as pessoas com a doença se auto-intitulam, com freqüência têm inteligência normal ou acima da média, mas têm problemas em fazer amigos e não têm a habilidade intuitiva para avaliar situações sociais. Elas também não conseguem fazer contato olhando nos olhos de outra pessoa e com freqüência apresentam uma fixação em alguma idéia, algo que pode acabar se tornando bizarro ou brilhante. Por definição, as pessoas com Asperger estão fora do comum. Continua...
Leia toda a reportagem em:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL209708-7084,00.html
7 de dezembro de 2007
Smed abre Conversações Internacionais na segunda-feira
Na sala-de-estar, anfitriões, convidados e público assistirão à performance de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Loureiro da Silva e do grupo de sapateado Étoile. Juntos, alunos e dançarinos do Étoile apresentarão o espetáculo ‘‘Composições, pensamento e vida". Na seqüência, alunos das Emefs Dolores Alcaraz Caldas, Nossa Senhora de Fátima e da Escola de Educação Infantil dos Municipários Tio Barnabé farão apresentações de ballet, rap e percussão.
"É na prática que estamos buscando operar transformações, que se mostrarão, no evento, como um acontecimento de fronteiras do pensamento”, afirma a secretária municipal de Educação, Marilú Medeiros. “Filósofos e pensadores que vêm nos auxiliando a dar passagem a conceitos filosóficos na prática cotidiana, estarão presentes para conversar com professores e alunos”, ressalta.
O evento promovido pela Smed prosseguirá até quinta-feira, 13, oportunizando amplo diálogo entre as 92 escolas da rede municipal de Ensino e a cidade. As atividades das conversações ocorrerão, das 8h30 às 22h, reunidas em momentos intitulados Conversações, Experimentações e Exposições.
Programação
Nas conversações temáticas, na terça-feira, 11, pela manhã, nove conferencistas farão palestras simultâneas sobre diferentes temáticas, como inclusão, constituição da infância, políticas públicas, modos de governo, educação de surdos, arte, escrita e vida e música. À tarde, a partir das 14h, Gabriel, O Pensador falará sobre sua produção literária, fazendo uma interlocução com a música, no pavilhão 1 da cidade de lona. Na mesma tarde e à noite, nas Experimentações, professores da rede municipal de Ensino farão relatos de projetos e vivências e ministrarão oficinas.
O público também conhecerá, nas Exposições, durante todo o evento, o trabalho em artes visuais desenvolvido nas escolas públicas municipais de Porto Alegre. Nos dias 12 e 13, nos três turnos, o espaço Expressões será palco para que alunos de diferentes escolas mostrem suas vivências e produções nas diferentes áreas e linguagens, como teatro, dança, música, contação de histórias, rádio, jornal, artesanato, culinária, línguas estrangeiras e educação ambiental.
Programação completa do evento, currículo dos conferencistas e outras informações sobre as "Conversações Internacionais: Composições do Pensamento Educacional" estão no site http://www.conversacoesinternacionais.com.br.
Educação Visual Precoce
Marize é professora especializada em Educação Visual Precoce, e trabalha, juntamente com Elza, na sede da UCERGS (União de Cegos do Rio Grande do Sul) – Rua Frei Henrique Golland Trindade, 425, bairro Boa Vista.
E Educação Visual Precoce é o serviço oferecido a crianças de zero a seis anos de idade com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), tendo outras deficiências associadas ou não.
Este trabalho visa à inclusão das crianças em seu meio social através do brincar e de experiências de vida diária, buscando a ampliação das possibilidades de aprender e potencializando os sentidos remanescentes.
Os profissionais deste serviço orientam as famílias sobre a deficiência visual, apoiando-as na construção de melhores condições de aprendizagem para essas crianças.
Contato para informações:
* Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre
Território de Educação Especial
Rua dos Andradas, 680/sala 901
Fone: 3289 1827 – 3289 1828
* União dos cegos do Rio Grande do Sul – UCERGS
Rua Frei Henrique Golland Trindade, 425 – Boa Vista
Fone: 3328 1644
Educação Básica em discussão
CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 7 DE DEZEMBRO DE 2007
Termina hoje, com a definição de propostas gaúchas, a Conferência Estadual da Educação Básica, que foi aberta quarta-feira (5), no prédio 14 da Ulbra/Canoas, numa iniciativa do Ministério da Educação (MEC). A proposta visa debater a Educação brasileira com todos os setores ligados à Educação Básica. Mesmo com a importância da discussão, a secretária de Estado, Mariza Abreu, não compareceu à conferência. 'Como se explica a ausência e a falta de compromisso da Secretaria de Estado responsável pela área?', questionou e criticou a deputada Marisa Formolo, presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa.O evento discute temas como o sistema nacional de Educação e o regime de colaboração entre governos. Estão sendo debatidos, ainda, o histórico da Educação no Estado e os sistemas de avaliação aplicados aos alunos gaúchos. A conferência estadual indicará delegados para a conferência nacional, que ocorrerá em abril de 2008, em Brasília.A vereadora Sofia Cavedon, da Comissão de Educação da Câmara da Capital, foi ontem debatedora, abordando gestão democrática de escolas e sistemas de Ensino, no Colóquio do Eixo II. Ela também coordenou a Mesa do Colóquio do Eixo IV – sobre o Ensino de pessoas com deficiência e altas habilidades. No encontro, encaminhou a representantes do MEC e à conferência, o documento das Escolas Especiais de Porto Alegre, que reivindica o cancelamento da proposta do governo federal que muda a caracterização de Escola para Centros de Atendimento, e integra a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva do MEC. A conferência termina hoje, com a plenária geral.
5 de dezembro de 2007
Conferência Estadual de Educação

4 de dezembro de 2007
Fala da prof. Cíntia na audiência pública
Creio ser importante relembrar que a escola especial surgiu no intuito de dar conta de indivíduos que em razão de sua deficiência viviam à margem da sociedade. Inicialmente com o caráter clínico e com o objetivo de treinamento das habilidades básicas, ao constituir-se ESCOLA este espaço foi ao longo dos anos redefinindo seu papel.
Ao contrário do que diz o parágrafo 07 do documento preliminar com a política nacional na perspectiva de ed. inclusiva, apesar da escola especial ter sim se organizado “inicialmente de caráter caritativo determinando formas de atendimento clínico terapêutico fortemente ancorados nos testes psicométricos”, na atualidade revela que tais conceitos há muito não fazem parte deste universo escolar. Trabalham sim diferentemente de algumas escolas consideradas “comuns”, pois entendem que negar a deficiência atrás de um falso discurso de igualdade fere o direito à diversidade tão pronunciado
A partir de um currículo adaptado às necessidades dos alunos, os conteúdos escolares são desenvolvidos com o objetivo de desenvolver a postura de pesquisadores, em que a busca por conhecimentos torne cada sujeito também responsável por suas aprendizagens. Em grupos menores, na escola especial temos a possibilidade de desenvolver projetos de real interesse dos alunos, acompanhar sua evolução e propor estratégias de superação para aqueles que necessitam de um olhar mais próximo e do estabelecimento de vínculos mais estreitos para tornarem-se sujeitos de sua aprendizagem.
Acreditamos que as intervenções pedagógicas realizadas devem levar em consideração as particularidades de cada indivíduo, com ou sem deficiência. É necessária uma avaliação educativa a partir dos aspectos globais do desenvolvimento de cada um: como esse aluno pensa, como aprende, como lida com o conhecimento; como, com quem e de que forma interage com pessoas e situações.
A partir daí, a organização de metas de trabalho para cada aluno e para a turma precisam oportunizar o aprendizado considerando o desenvolvimento de cada um e suas potencialidades, pois colocá-lo no lugar daquele que pode modifica sua relação com a escola e com o saber.
Sim, mas por que na escola especial e não na escola regular?. A nosso ver, esta é uma questão primordial quando falamos em inclusão: antes de legislações e normativas que determinam ser este ou aquele o melhor espaço, precisamos trabalhar para que a escola “comum” e também a escola especial possam ser um espaço verdadeiramente educativo, prazeroso e acolhedor para o aluno com deficiência, mas também para o hiperativo, para o negro, para o índio, para aquele com altas habilidades, enfim, para a criança, adolescente e adulto que antes de tudo é um aluno, aprendente e ensinante.
Conhecemos a legislação, mas também conhecemos nossos alunos e nossas escolas. Justamente por isso, não concordamos que a escola especial seja considerada substitutiva nem complementar, ela é mais um espaço escolar inclusivo. Não deve ser o único, mas também não pode ser negado. Precisamos sim oferecer aos alunos com necessidades especiais diferentes e diversas possibilidades e espaços em que possa desenvolver-se.
Gostaria de ilustrar tal questão com a história escolar relatada por um menino de 11 anos...
ANTES DE ESTUDAR NO ELYSEU, EU ESTUDAVA NO COLÉGIO X, COM A PROFESSORA W. LÁ EU BRINCAVA DE FUTEBOL, FAZIA A DATA NO CADERNO. EU FIQUEI BASTANTE TEMPO NO X.
EU SAÍ DO X PORQUE EU BRIGAVA MUITO COM OS GURIS LÁ. O PROFESSOR MARCO APARECEU LÁ, ANOTOU NUM PAPEL DESENHADO COM UM TREM. MANDOU EU DESENHAR MEU AVÔ, MINHA VÓ E MINHA TIA. DISSERAM QUE EU IA SAIR DE LÁ. NINGUÉM DO COLÉGIO ME DISSE NADA.
O VÔ DISSE QUE EU IA SAIR PORQUE BRIGAVA E DERRUBAVA OS OUTROS. O MARCO DISSE QUE ERA PRA MIM APRENDER A ESCREVER O NOME E OS NÚMEROS.
AÍ EU VIM PRA CÁ (ESCOLA ELYSEU). TINHA UMA PROFESSORA E UMA GURIAZINHA ME ESPERANDO NA PRIMEIRA SALA, ERA A ELIANA E A BRENDA. EU COMECEI A FAZER UNS TRABALHOS, ESCREVIA MEU NOME E TINHA INFORMÁTICA. A GENTE IA PRO RECREIO E NEM BRIGAVA. EU COMECEI A RECORTAR E COLAR E PINTAR. EU GOSTEI DE VIM PRA CÁ.
Dessa forma,
Qual foi o espaço inclusivo para esse menino?
Em que espaço pôde aprender, sentir-se acolhido, respeitado?
Hoje, esse menino lê e escreve, alfabetizou-se na escola especial, começa a construir textos cada vez com maior autonomia e complexidade. Assim como ele, há tantos outros com experiências semelhantes, hoje alunos que na escola especial descobriram que podem aprender, ou como me disse um menino, “não-burro”.
Assim, retomo minha fala inicial de que foi e continua sendo a escola especial importante espaço de inclusão. Somos totalmente a favor de que nossos alunos estejam em espaços educativos e educacionais, em escolas que contemplem suas necessidades e atendam suas demandas de conhecimento e inclusão social. Para cada aluno, o que necessita em determinado momento.
Como professores cujo principal objetivo é proporcionar formas e espaços de aprendizagem e inclusão tanto escolar quanto social para nossos alunos, colocamo-nos a inteira disposição no sentido de trabalhar buscando o melhor para cada um. Estamos convictos da necessidade atual da permanência da escola especial para aqueles que dela necessitarem não como centro de atendimento, mas como sua ESCOLA, assim como da necessidade de que a escola regular possa acolher e trabalhar com alunos com necessidades especiais não apenas desenvolvendo o convívio social mas proporcionando aprendizagens significativas para seu crescimento.
Como professoras e professores inclusivos que somos, estamos sempre dispostos a trabalhar pelo melhor para cada aluno. Estamos aqui para unir forças e contribuir na construção de uma sociedade inclusiva e de escolas que contemplem realmente a diversidade. Se uma legislação deve levar em conta o direito e o bem-estar das pessoas, deve partir de suas necessidades também, e estamos aqui para garantir que os maiores interessados, os alunos e suas famílias, possam ser considerados, suas necessidades atendidas e sua possibilidade de escolha respeitada.






